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No Dia das Mães, cuide mais de VOCÊ!

Doze de maio, é o Dia das Mães. Nada de novidade, né?Há mais de um mês as propagadas de rádio e TV, além da internet, em especial as redes sociais, nos apresentam informações sobre a data e nos mostram inúmeras sugestões de presentes – já fez a sua compra ou seu pedido?

Depois de ler/ver informações sobre a data, tida pelo varejo brasileiro como o Natal do primeiro semestre e que deve registrar aumento real de 3,8% no volume de vendas, em comparação a 2018, segundo a CNC (Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo), resolvi abordar o assunto.

Minha mãe e minha filha, as mulheres que são o meu suporte diário (Foto: Ronaldo Couto e André Nichio)

Então, a decisão foi abordar a importância de ser mãe sem deixar de cuidar da mulher. A tarefa é fácil? Não. Nenhum pouco. Mas, ao ouvir Silvia Lobo, socióloga, psicóloga, psicanalista e autora do livro: “Mães Que Fazem Mal” (Pasavento), no 7º Seminário Pais&Filhos (@paisefilhosoficial), em 07 de maio, na Capital Paulista, percebi que o tema é atual e necessário.

Quando nos tornamos mães, a sociedade e, principalmente, nós mesmas, nos cobramos a perfeição. Colocamos a “régua” lá no alto, nos desgastamos mais do que o comum e fazemos tudo desejando sera mãe, muitas vezes, fakeretratada pelo Instagram.

Acreditamos que não podemos reclamar de nada, afinal, estamos vivendo o momento mais mágico da vida – e estamos. O mais lindo e desafiador -, que o importante é parecer “plena”, que ninguém pode cuidar do nosso filho melhor do que nós – e, de fato, ninguém pode, mesmo… rs – e deixamos de lado o autocuidado emocional, físico e mental.

Esquecemos que horas com uma amiga ou deitada no sofá, em paz, assistindo Netflix ou sem fazer NADA, são necessárias. Deixamos de lado o jantar com o marido ou uma saída com aquele grupo que sempre fez parte de nossas vidas. Acreditamos que não podemos pedir ajuda ou delegar tarefas ao pai, avós, padrinhos ou a outras pessoas da nossa rede de apoio para, literalmente, encontrar aquela mulher que existia antes da gestação ou, até mesmo, descobrir a pessoa que “nasceu” com a chegada da nova mãe e do bebê.

Escolher ser mãe – perdoe-me quem crê que nascemos com o tal instinto maternal. Acredito que gerar vidas é uma escolha e que aprendemos a maternar a cada dia – é a tarefa mais dúbia e desafiadora de uma existência. O misto de alegria e tristeza, de acolhimento e solidão, de amor e ódio, de desespero e alegria, e mais uma lista de sentimentos,é diário e consome grande parte dos nossos dias.

Por isso, no domingo, caso você seja mãe, antes de beijaras mulheres ao seu redor, se abrace. Olhe no espelho e sinta orgulho do trabalho que tem desempenhado e coloque na lista de tarefas semanais um horário com o ser mais importante da sua Vida: VOCÊ!!! Depois, celebre com cada um que torna os seus dias mais fáceis, amáveis e cheios de coisas boas, incluindo a obra mais linda dos seus dias: SEU ETERNO BEBÊ!

 

Feliz Dia das Mães! NÓS SOMOS UM SUCESSO!